domingo, 25 de janeiro de 2015

Comitê Paralimpico Brasileiro

Www.cpb.org.br

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Powerlifting: treino, tecnicas e performance.

Eu estou lendo \Powerlifting: Training, Techniques and Performance\ no Scribd. Leia mais: http://scribd.com/doc/246205716

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Joelhos lesoes e principais formas de tratamento e prevenção

Joelho Lesões, principais formas de tratamento e prevenção.pdf\ no Scribd. Leia mais: http://scribd.com/doc/183723976

domingo, 7 de dezembro de 2014

LIMIAR ANAEROBIO, ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

ALGUMAS CONSIDERAÇOES SOBRE O LIMIAR ANAEROBIO

O Limiar Anaeróbio é aceito como o melhor índice fisiológico para a prescrição de treinamento e previsão de resultado. Até pouco tempo esse era um índice que cabia apenas aos grandes Laboratórios de Universidades fornecerem, hoje graças ao desenvolvimento e barateamento dos equipamentos necessários para sua determinação esse conceito está sendo utilizado numa escala muito maior. As grandes Academias e Clubes já estão se utilizando dele, pois tem em suas salas de avaliação equipamentos que possibilitam sua verificação. O Limiar Anaeróbio é baseado no comportamento que as concentrações de lactato sanguíneo apresentam em diferentes intensidades de esforço. Existe uma intensidade de esforço até onde os processos de produção e remoção de ácido láctico estão equilibrados não existindo  acúmulo. Quando essa intensidade de esforço é excedida passa a existir um acúmulo de Lactato o que provoca a fadiga mais rapidamente.  A grosso modo é por isso que a perna fica mais pesada quando corremos numa intensidade mais forte. Cada componente do metabolismo reage de maneira específica ao aumento das intensidades de exercício. A seguir vamos comentar o comportamento de alguns componentes. VO2 - Consumo de Oxigênio O VO2 aumenta progressivamente e de maneira proporcional à intensidade de exercício. Num teste de esforço aumenta da  primeira carga até às últimas cargas.  Quando o teste é levado à exaustão verificamos que não ocorre aumento do VO2 na última carga, isso é um indicativo de que o Consumo Máximo de Oxigênio já foi atingido.  Mesmo aumentando a carga o indivíduo não consegue consumir maiores volumes de Oxigênio apesar de sua Ventilação Minuto ter aumentado. Essa é uma das características que coloca que o VO2 max não é limitado pelo Volume de Ar Inspirado Verificamos que quando o aumento de carga é progressivo, e sempre na mesma magnitude, o VO2 possui um aumento linear. Ácido Láctico ou Lactato sanguíneo Nas primeiras cargas a concentração do ácido láctico permanece pouco alterada, muito próxima aos níveis de repouso permanecendo assim até um determinado ponto quando então passa a aumentar desproporcionalmente em relação ao que vinha acontecendo nas cargas anteriores.
Mesmo quando o aumento de carga é progressivo, e na mesma magnitude, o Ácido Láctico possui um aumento linear até certo ponto passando a aumentar de maneira mais intensa Produção de Dióxido de Carbono - VCO2 A produção de CO2 tem um comportamento muito parecido ao do lactato, ou seja, tem um aumento linear e progressivo,  até um certo ponto quando então perde essa condição de linearidade e passa a ter um aumento mais acentuado. Essa produção de CO2 tem uma relação de causa e efeito (que não está bem estabelecida) para com o ácido lático, ou seja, quando existe um aumento muito acentuado da produção de ácido lático os níveis do pH sanguíneo são alterados produzindo uma acidose metabólica. Mediante essa condição os mecanismos de homeostase tentam tamponar (equilibrar) essa acidez metabólica promovendo uma hiperventilação como forma de eliminar o CO2 que foi produzido, para que as condições orgânicas voltem ao normal. Verificamos que o comportamento da Produção de CO2 é igual ao comportamento do ácido láctico, e o que mais chama a atenção é que o aumento mais acentuado desses dois itens ocorre na mesma carga,  no mesmo VO2 e na mesma Frequência Cardíaca, é o que justifica muitos autores se utilizarem do Limiar Ventilatório com prognóstico para determinação do Limiar de Lactato.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Campeonato de powerlifting da UFPI etapa do estadual da UPAF

Campeonato de powerlifting da UFIP, etapa válida para o ranking estadual.
Melhores levantamentos pela fórmula de WILKS.
Premiação em dinheiro
Premiação especial para os melhores da noite no: agachamento, melhor supino é melhor levantamento terra.
Inscrições abertas no site:
Www.powerlifting-pi.com.br
Atletas filiados a UPAF terao brinde no ato da inscricao!

Vocês não podem perder!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Aprenda como calcular seu gasto calórico.

Compreender como calcular a sua necessidade calórica para manutenção e rácio metabólico em descanso (RMR/BMR), é vital, se está a tentar perder peso.
Depois de ler o artigo completo, irá compreender melhor como calcular a ingestão diária de calorias para manutenção (e o RMR) e os seus assuntos relacionados.
O que são as calorias de manutenção?
As calorias de manutenção, são o número total de calorias que você utiliza durante um dia, ou o seu requerimento (gasto) diário calórico.
Tal como é mostrado no gráfico abaixo, pode ser dividido em três partes: Gasto calórico diário = Resting Metabolic rate (RMR) + Efeito termogénico dos alimentos (Thermogenic effect of food) + Actividade termogénica (Activity thermogenic).

A atividade termogénica pode ser ainda dividida em dois: Actividade termogénica do exercício (Exercise activity thermogenisis) + Actividade termogénica não relacionada com o exercício (Non exercise activity thermogenisis.)

Porque é tão importante calcular a RMR (Resting Metabolic Rate)?
A RMR, ou o Rácio Metabólico em Descanso, representa o número de calorias que utiliza para manter as suas funções vitais, tais como respirar, bombear o sangue, manter o sistema muscular e nervoso em condições de descanso.

Porque é que calcular a RMR é um problema?
Calcular a RMR: Calcular a MRM com exactidão, requer o uso de um aparelho denominado indirectamente por “calorimetry”. Não é apenas você, mas a maioria de nós não pode comprar essa peça de equipamento cara. Por isso, esqueça esta opção para calcular a RMR.
Estimativa da RMR: Esta é a nossa segunda e última opção, estimar a RMR. Felizmente, têm sido desenvolvidas diferentes equações para estimar ou prever a RMR. Infelizmente, existem problemas associados com cada uma delas.
Erros nas equações: Tal como no caso de todas as equações para estimativa ou previsão, ela dá uma série de erros.
Número de equações: Foram desenvolvidas cerca de 138 equações diferentes por cerca de 40 autores diferentes para estimar ou prever a RMR.
Especifica para determinada população: Isto significa que estas equações só permanecerão válidas se forem aplicadas à população para a qual foram desenvolvidas em primeiro lugar. Por isso, uma equação desenvolvida para os obesos, irá dar uma grande margem de erro se for utilizada num indivíduo normal e saudável. Ou uma equação para calcular o RMR desenvolvida para os indivíduos jovens pode dar resultados diferentes para um indivíduo idoso.
Então, que equação RMR devo utilizar?
Indivíduos normais e saudáveis: A equação de Harris-Benedict, foi a primeira equação a ser desenvolvida e ainda é bastante utilizada em indivíduos normais e saudáveis, mesmo em ambiente clínico. Devo dizer que, apesar de se ler BMR (em vez de RMR), as condições de medida eram para a RMR, e daí que é tecnicamente RMR.

Pessoas com excesso de peso e obesas
Equações Mifflin / Bernstein/Robertson & Reid
A equação de Miffin é também utilizada por indivíduos normais e é considerada por vezes, melhor que a equação de Harris – Benedict (criada em 1919) dado que é relativamente recente e portanto, representa o nosso estilo de vida actual. Dito isto, não existe uma equação melhor que outra, dado que cada uma mostrou ser melhor que a outra em diferentes estudos. Por isso, escolha a equação com o nome que mais gostar.

Atletas e indivíduos activos
Equação de Cunningham
Estudos mostraram que a massa magra corporal, conta em cerca de 80% para a variação observada na RMR. Por isso, faz muito sentido calcular a RMR baseado na massa magra corporal (Fat Free Mass “FFM”). E adivinhe, a equação de Cunningham utiliza a FFM como um previsor  variável para estimar a RMR. Cunningham utilizou os dados do estudo de Harris-Benedict para formular a equação.

Embora no estudo de Cunningham tenham usado indivíduos normais (não atletas), considerando o estilo de vida dos dias dos participantes (ano 1919) poderiam facilmente representar indivíduos activos. Isto foi comprovado em parte por um estudo realizado com atletas de resistência (indivíduos activos): No estudo, apenas as previsões de Cunningham, (seguido da equação de Harris-Benedict) ficaram colocadas na range adequada.

No entanto, de novo, recordo-o que estas equações são específicas para grupos populacionais específicos. E ainda não foi formulada uma equação específica para calcular a RMR de powerlifters e culturistas (maior nível de massa muscular magra e menor de massa gorda).

Nota 1: Por ultimo, não se esqueça que, para além da RMR, também tem que calcular o efeito térmico dos alimentos e actividade termogénica para calcular a sua ingestão caloria total diária.

Conclusão
Podemos concluir que nao existe a melhor equação para estimar a sua RMR ou Gasto Calórico em Repouso. Para a maioria de nós, a equação de Harris Benedict ou a de Mifflin, servem perfeitamente. Se sabe qual é a sua percentagem de massa adiposa (bf) e é bastante activo, a equação de Cunningham deve ser a sua primeira escolha para calcular a sua RMR.
Nota 2: Poderá calcular facilmente a sua RMR neste site (equação de Harris-Benedict), bastando para isso visitar a seguinte página. Ou clicando no menu em “Calculadoras“

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

RELAÇÃO ENTRE TREINAMENTO DE FORÇA E REDUÇÃO DO PESO CORPORAL


O treinamento com pesos é o método mais efetivo para o desenvolvimento e manutenção da força, hipertrofia e resistência muscular localizada (Souza, 2007).

Para a diminuição da gordura corporal é necessário a existência de um balanço energético negativo, ou seja, situação em que o gasto energético é maior que o consumo de energia. Com relação ao gasto energético, deve-se levar em consideração a seguinte equação: Gasto energético = TMB + Exercício físico + ETA, sendo que a TMB é a taxa metabólica basal, Exercício físico corresponde à energia gasta nas atividades físicas ETA é o efeito térmico do alimento.

Vale lembrar que a taxa metabólica basal depende dentre outras coisas da quantidade de massa corporal, gordura corporal e é influenciada principalmente pela massa magra (Francischi, Pereira e Lancha Junior, 2001).

A utilização de dieta hipocalórica é efetiva quando o objetivo é perder peso e gordura corporal, porém, quando isoladas, podem causar perda da massa magra e conseqüente redução nas taxas metabólicas. O treinamento físico isolado, sem controle alimentar, promove uma redução do peso corporal, porém esta redução é pequena se comparada à associação do treinamento com dietas, o que facilita a adesão ao controle alimentar e garante maior sucesso na manutenção da massa magra e redução na massa adiposa (Francischi, Pereira e Lancha Junior, 2001).

O exercício físico regular é de suma importância na prevenção e tratamento tanto da obesidade como de várias outras doenças ligadas à síndrome metabólica. O treinamento induz mudanças adaptativas, como: aumento da duração do exercício, mudanças na composição corporal e aumento da oxidação e gorduras (Barbanti, 2001; Francischi, Pereira e Lancha Junior, 2001; Ramalho e Martins Júnior, 2003).

Parece haver um consenso de que o treinamento aeróbio é o mais eficaz na promoção da perda de tecido adiposo, entretanto o treinamento de força promove o aumento da força e/ou hipertrofia muscular, cujo incremento do tecido muscular pode ser importante no aumento da taxa metabólica basal, o que facilitaria a oxidação das gorduras em presença de restrição energética (Francischi, Pereira e Lancha Junior, 2001).